Verão requer cuidado com taturanas
Para confirmar o diagnóstico de contato com taturana deve-se
levar uma das lagartas para o hospital, no momento do atendimento
A
temível taturana não assusta pelo tamanho, mede apenas entre 5 e 7
centímetros; mas tem o corpo coberto de cerdas em forma de “pinheirinhos”, de
onde sai o veneno que matou nove pessoas no Brasil entre 1989 e 1995. Para
tratar o efeito causado pelo veneno da taturana é usado o soro antilonômico,
que foi desenvolvido pelo nefrologista que atua no corpo clínico do HSVP, Dr.
Alaour Cândida Duarte em parceria com o Instituto Butantan. “Se desconfiar que
teve contato com taturana deve buscar recurso imediatamente para receber o soro
que é fundamental para evitar a gravidade dos sintomas”, alerta o especialista.
Dor e a sensação de queimação no local do contato, inchaço e vermelhidão são as manifestações iniciais do contato com a taturana. “Também podem ocorrer mal-estar, dor muscular, dor de cabeça e vômito até três dias após o contato, por isso a importância de buscar atendimento médico assim que o acidente acontecer. Os sinais de agravamento variam entre sangramentos pelo nariz, gengivas e pela urina até os hematomas que podem evoluir para uma hemorragia intracraniana e complicações nasais e por fim, levar à morte”, salientou a enfermeira do NVE, Daiane Trentin.
Ao encontrar uma colônia de taturanas é muito importante que elas não sejam destruídas, pois a produção de soro depende da lagarta viva. O ideal é informar as secretarias competentes das prefeituras os locais onde as lagartas foram encontradas. “Para confirmar o diagnóstico de contato com taturana deve-se trazer uma das lagartas para o hospital, no momento do atendimento. Além da identificação da Lonomia, confirmamos o diagnóstico através do exame de tempo de coagulação, que é um exame rápido e fácil de fazer, para sabermos se o sangue está incoagulável ou não”, explica Dr. Alaour Duarte.
Prevenção
Evite o contato com qualquer tipo de lagarta. Observe atentamente as folhas e troncos das árvores.
Nas atividades de risco, proteja o corpo com roupas e luvas adequadas.
Pinte de branco os troncos das árvores próximas as residências, pois facilita a visualização das lagartas urticantes.
Dor e a sensação de queimação no local do contato, inchaço e vermelhidão são as manifestações iniciais do contato com a taturana. “Também podem ocorrer mal-estar, dor muscular, dor de cabeça e vômito até três dias após o contato, por isso a importância de buscar atendimento médico assim que o acidente acontecer. Os sinais de agravamento variam entre sangramentos pelo nariz, gengivas e pela urina até os hematomas que podem evoluir para uma hemorragia intracraniana e complicações nasais e por fim, levar à morte”, salientou a enfermeira do NVE, Daiane Trentin.
Ao encontrar uma colônia de taturanas é muito importante que elas não sejam destruídas, pois a produção de soro depende da lagarta viva. O ideal é informar as secretarias competentes das prefeituras os locais onde as lagartas foram encontradas. “Para confirmar o diagnóstico de contato com taturana deve-se trazer uma das lagartas para o hospital, no momento do atendimento. Além da identificação da Lonomia, confirmamos o diagnóstico através do exame de tempo de coagulação, que é um exame rápido e fácil de fazer, para sabermos se o sangue está incoagulável ou não”, explica Dr. Alaour Duarte.
Prevenção
Evite o contato com qualquer tipo de lagarta. Observe atentamente as folhas e troncos das árvores.
Nas atividades de risco, proteja o corpo com roupas e luvas adequadas.
Pinte de branco os troncos das árvores próximas as residências, pois facilita a visualização das lagartas urticantes.
Primeiros socorros
Evite esforços desnecessários
Não faça torniquetes ou amarras no membro atingido.
Lave bem o local do contato com água corrente.
Procure assistência médica, mesmo sem sintomas aparentes
Para identificar as lagartas procure auxílio junto à prefeitura de sua cidade ou entre em contato com o Centro de Informação Toxicológica do Rio Grande do Sul que atende 24 horas através do telefone de discagem gratuita 0800.721.3000.
Evite esforços desnecessários
Não faça torniquetes ou amarras no membro atingido.
Lave bem o local do contato com água corrente.
Procure assistência médica, mesmo sem sintomas aparentes
Para identificar as lagartas procure auxílio junto à prefeitura de sua cidade ou entre em contato com o Centro de Informação Toxicológica do Rio Grande do Sul que atende 24 horas através do telefone de discagem gratuita 0800.721.3000.

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