Contexto - Neivo A T Fabris
Uma
crise mais do que anunciada
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Dentre
as alternativas para enfrentar a crise Capoani citou a possibilidade de aumento
do ICMS, medida adotada no governo Germano Rigotto (PMDB). Na mesma manhã da
entrevista (11/6) o jornalista Marcos Weissheimer postou no site Sul 21 matéria
com o título Às promessas não cumpridas e os “gastos invisíveis” das isenções
fiscais. A matéria é embasada na análise de Alfredo Meneghetti Neto, pesquisador
da Fundação de Economia e Estatística (FEE/RS) e professor da PUC/RS. O
economista aponta a crise como resultada das políticas de incentivos fiscais
adotadas nas últimas décadas.
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O
servidor da FEE/RS que vem estudando o impacto das políticas de renúncia fiscal
nas finanças públicas, não só questiona sua eficácia como critica a falta de
transparência do processo. Meneghetti diz não ser contrário aos incentivos desde
que possa ser quantificado. Ao revelar o levantamento de 1970 até 2015 que
relaciona o crescimento da arrecadação do ICMS com o do PIB, afirma que até os
anos de 1980 as variáveis andaram juntas, e posteriormente ocorreu um
distanciamento. Ao longo dos últimos 45 anos o crescimento da economia gaúcha
foi de aproximadamente 300% enquanto a arrecadação foi de 250%. A diferença dos
50% é, segundo o economista, resultado dos incentivos
fiscais.
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Números
de 2012 apontam, segundo Meneghetti, que o RS foi o quarto estado que mais
concedeu incentivos fiscais, representando uma renúncia de ICMS de 36%. Ele
aponta este índice como “gasto invisível”, justificando que as empresas
beneficiadas estão protegidas por esse sigilo. Revela que as empresas mais
beneficiadas são as mais fortes, citando como exemplo a Gerdau. A mudança nesta
política de incentivos está sendo proposta pelo atual governo que acena com a
redução de 30%%. Caberá a Assembleia Legislativa, onde o governo tem a
maioria, votar o pacote de medidas que será enviada pelo Piratini. O certo é que
o aumento do ICMS vai recair sobre a sociedade, mas pairam dúvidas sobre a
aprovação da redução dos incentivos fiscais.
Curtas:
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O Tribunal de Contas (TCE) julgou regular, com resalvas, as contas referentes ao
exercício 2012 da ex. prefeita Cirilde Maria Braciak (PP), de Estação.
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Seguindo o voto do conselheiro Algir Lorenzon, relator do processo, o Tribunal
impôs ao gestor multa de R$ 1 mil por inobservância de normas dispositivos de
ordem constitucional e legal.
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Foi fixado débito de R$ 10.035,68 referente ao aumento real nos subsídios dos
gestores, descumprindo o princípio da anterioridade previsto na Constituição
Estadual.
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O TCE-RS também recomendou ao atual gestor para que evite a ocorrência das
falhas como as apontadas no relatório e promova a correção daquelas passíveis de
regularização.
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As informações foram enviadas aos órgãos de imprensa pela Assessoria de
Comunicação do TCE/RS e dá conta que a decisão não é definitiva, cabendo
recursos ao Pleno do Tribunal.
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O II Fórum do Milho, que será realizado no dia 17 de julho, no Centro
Comunitário Centenário, em Getúlio Vargas, terá palestrante de nível
internacional.
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O Fórum é uma promoção do Sindicato Rural, ACCIAS, Prefeitura, Emater/RS,
Sicredi Estação e Associação dos Engenheiros Agrônomos da Regional Getúlio
Vargas.
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Desde terça-feira (9), o deputado Eduardo Loureiro, ex-prefeito de Santo Ângelo,
é o novo líder da bancada do PDT na Assembleia
Legislativa.
# O parlamentar assumiu o posto depois que
deputado Diógenes Basegio anunciou, por meio de nota, seu afastamento devido às
denúncias de supostas irregularidades em seu gabinete.
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As denúncias apresentadas no Fantástico do dia 7 repercutem na região do Alto
Uruguai aonde o médico Passofundense recebeu apoio de correligionários para
eleição e reeleição.
Os
convites para a solenidade de posse da nova diretoria da ACCIAS para o período
2015/2016 já estão sendo distribuídos. O evento está programado para o próximo
dia 23 de junho e será realizado no Centro Comunitário Centenário seguido de
jantar por adesão. O engenheiro agrônomo Luís Carlos da Silva foi reeleito
presidente e o empresário João Carlos Oleksinski de Andrade vice-presidente.
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