Getúlio Vargas inicia a 2ª revisão do Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico
O Governo de Getúlio, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, deu início à 2ª revisão do Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico (PMISB). A primeira reunião do Comitê Executivo foi realizada na manhã de sexta-feira, 17, com uma capacitação e sensibilização para a realizada da tarefa, que teve como instrutor e responsável técnico Carlos Roberto Filipin.
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| Divulgação AFR |
A determinação
para a revisão do plano partiu do prefeito de Getúlio Vargas, Mauricio Soligo,
nos termos dos conteúdos exigidos pela Secretaria Nacional de Saneamento
Ambiental do Ministério das Cidades. Para isso, formalizou o Decreto e as
devidas regulamentações da designação do Comitê Executivo, Coordenador Geral e
Responsável Técnico, bem como, do Comitê de Coordenação, com suas respectivas
responsabilidades e atribuições. Serão realizadas discussões, reuniões e
audiência pública, especialmente dirigida à representação popular e
interessados em geral. Por isso, esse é um convite para que toda a comunidade participe
da segunda revisão do Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico da nossa
Cidade.
O QUE É
PMISB
O Plano é o
principal instrumento da política de saneamento básico. Ele deve expressar um
compromisso coletivo da sociedade em relação à forma de construir o futuro do
saneamento no território. O Plano deve partir da análise da realidade e traçar
os objetivos e estratégias para transformá-la positivamente e, assim, definir
como cada segmento deve se comportar para atingir os objetivos e as metas
traçadas.
CONTEÚDO DO
PLANO
O Plano deverá
abranger todo o território do município, compreendendo a área urbana e rural.
Contemplará de forma integral os quatro componentes do saneamento básico:
Abastecimento de Água, Esgotamento Sanitário, Limpeza Urbana e Manejo de
Resíduos Sólidos, Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas.
CONTEÚDO
MÍNIMO
Em relação ao
conteúdo mínimo, o art. 19 da Lei nº 11.445/2007 estabelece que os planos de
saneamento devem abranger, pelo menos:
- Diagnóstico
da situação e de seus impactos nas condições de vida, utilizando sistema de
indicadores sanitários, epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos e
apontando as causas das deficiências detectadas;
- Objetivos e
metas de curto, médio e longo prazos para a universalização, admitidas soluções
graduais e progressivas, observando a compatibilidade com os demais planos
setoriais;
- Programas,
projetos e ações necessárias para atingir os objetivos e as metas, de modo
compatível com os respectivos planos plurianuais e com outros planos
governamentais correlatos, identificando possíveis fontes de financiamento;
Ações para emergências e
contingências;
Mecanismos e procedimentos para a
avaliação sistemática da eficiência e eficácia das ações programadas.
FINALIDADE
O objetivo da
revisão do Plano é identificar o atendimento das metas propostas inicialmente,
rever e estabelecer novas ações de saneamento com a participação popular,
atendendo aos princípios da política nacional de saneamento básico, com vistas
a melhoria da salubridade ambiental, proteção dos recursos hídricos e promoção
da saúde pública. E, para isso, é importante e fundamental a participação da
comunidade nas audiências públicas. A revisão abrange os serviços relativos à
abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de
resíduos sólidos, como também drenagem e manejo de águas pluviais.


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